Assista a série “Histórias da BR-319”, criada para que você possa conhecer um pouco das pessoas que fizeram da BR-319 sua morada, seja de forma permanente ou mesmo por um breve período. Aqui, os protagonistas podem ser um casal que largou tudo na sua terra de origem para tentar uma nova vida nesse pedaço do Amazonas, alguém que nasceu às margens da rodovia e presenciou todas suas transformações, ou mesmo um viajante, que cruzou a BR-319 em busca de aventuras ou que precisa dela para se sustentar. Você está convidado a viajar conosco por essa estrada e conhecer as histórias da BR-319!

Seu Moisés é natural do município de Borba (AM) e chegou a BR-319 quando seu pai conseguiu emprego próximo à rodovia, quando ela ainda não estava finalizada. Trabalhou com transporte de peixe morando no Castanho e, posteriormente, na travessia da balsa de Igapó-Açu, na época da inauguração da BR-319. Segundo ele, nesse tempo, a balsa funcionava o dia todo, das 6h às 18h, devido à qualidade da estrada. Seu Moisés tem muita história para contar e algumas delas você pode conferir nesse vídeo.
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João é morador antigo da Vila de Realidade, localizada no município de Humaitá (AM). Apesar da existência de apenas nove casas na época de sua chegada, João viu na vila uma oportunidade de crescimento e apostou que ela evoluiria. Esse morador sabe bem da existência de onças na BR-319. Segundo ele, em nove anos, as onças levaram mais de 100 bezerros de sua propriedade. Assista ao vídeo para saber mais sobre a vila e sobre as histórias de João.
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Com o pai, Fontineli trabalhou por 15 anos construindo pontes e roçando as áreas das torres de uma empresa de telecomunicações localizadas na BR-319. Segundo ele, na época, para andar 20 km na rodovia se demorava um dia todo. Fontineli já viu onça na estrada e conheceu alguns andarilhos que vinham de todos os lugares do País. Confira aqui algumas histórias e aventuras desse morador da BR-319.
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Seu Antônio tinha 12 anos quando começou a “cortar seringa”. Largou os estudos para ajudar o irmão nesse ofício e trabalhou como seringueiro por 28 anos. Apesar disso, seu Antônio ainda não conseguiu se aposentar como “Soldado da Borracha”. Entenda o porquê e confira aqui outras histórias desse antigo e simpático morador da BR-319.
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