Monitoramento de desmatamento na área de influência da BR-319 – Julho de 2024 

Em julho de 2024, houve um aumento de 14% no desmatamento na Amazônia Legal em comparação com o mesmo mês de 2023. Este aumento foi acompanhado pelo estado do Amazonas, com 58%. Rondônia, em relação a 2023, apresentou queda de 9%. Nos 13 municípios sob a influência da BR-319, observou-se um aumento de 22% em relação ao mesmo período de 2023. 

Municípios da BR-319 

Em julho de 2024, houve aumento no desmatamento em 09 dos 13 municípios sob a influência da BR-319, que foram: Canutama, Lábrea, Porto Velho, Manicoré, Humaitá, Careiro da Várzea, Borba, Manaus e Tapauá. Destaque para Careiro da Várzea com aumento de 305%, saindo de 17 hectares (ha) para 70ha. Lábrea, Humaitá e Manicoré, seguem a fila, com aumentos significativos que, somados, ultrapassam 4.000ha, área 60 vezes maior que a desmatada em Careiro da Várzea, que desponta em números relativos. Por outro lado, Careiro, Manaquiri, Autazes e Beruri tiveram queda de desmatamento. 

Áreas Protegidas 

Nas Unidades de conservação (UCs), 14 das 42 monitoradas registraram desmatamento, com destaque para a Área de Proteção Ambiental (APA) dos Campos de Manicoré, com 230 ha de desmatamento. Destacam-se também o Parque Nacional (Parna) Mapinguari, com 79 ha, seguido pela Floresta Estadual de Rendimento Sustentado (Fers) Rio Madeira, com 30,8 ha e a APA Tarumã-Açu, com 24 ha. 

Nas Terras Indígenas (TIs), 09 das 69 monitoradas apresentaram desmatamento. As TIs Tenharim-Marmelos (Gleba b), Sepoti e Sissaíma registraram 98ha, 51ha e 24ha, respectivamente.

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